Sketchprop

O que dá quando você junta um bando de ilustradores, adereços, acessórios e fantasias bizarras em um sábado a noite? Bem, pode colocar um pouquinho de vinho na conta. Se você colocou as fichas em bloco de carnaval antecipado, sinto dizer que estamos em São Paulo ; ) hihi. O que dá é isso aí, ó, toda a sessão amarela do meu novo sketchbook sendo tomada de figuras estranhas.
El grande Batima
Bátima de bigodon
Oi, tô no Monty Phyton?
Monty Phyton não faria melhor
Uma modinha
Moda de viola com direito a palito na boca (que eu não desenhei, mas vale a menção)
Oh-lala
Comédia de l´arte, esse merece uma releitura.
Yes sir
Ela queria drive miss Daisy…
Idealismo de esquerda armada virtual

A resistência armada da esquerda virtual imaginária.
Saiam da frente
Penélope Charmosa que se cuide.
shhhh
Todo o garbo e a elegância da mulher barbada cometendo latrocínio.

Aqui, aqui e aqui vocês podem ver os resultados que os outros modelos conseguiram junto com a minha pose (ninguém está a salvo, meus queridos).

E ai?

Tudo bem com vocês, pessoal? ~tira teia de aranhas do cantinho~ Não é bem que eu tenha esqucido do desenhos ~abre a janela pra deixar a luz entrar~ é só que ~cof!cof! quanta poeira!~ enfim…

Praticamente acabei o caderno que fiz em novembro passado (= faltam duas folhas de papel de aquarela e outras pro final que estou disposta a ignorar e deixar vazias). Então tenho bastante coisa pra mostrar, encarem os posts como recaptulações das páginas não mostradas deste livro.

Começando pelas acrílicas, que têm me deixado feliz.

superhomem1
A primeira página do caderno, o meu primeiro super-herói.

elefante_acriica
Um elefante e sua amiga vestida da cor complementar, pra mostrar que aprendi muito com Rebeca Luciani .

balairinas
Bailarinas, que me mostraram que é necessário ir e voltar num desenho até que ele fique gordinho de verdade.

boia
E, por fim, a musa do meu novo cartão de visitas. (Mais sobre isso, em um próximo post.)

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Desenhando Yahe

Uma sessão intimista pra desenhar dona Yahe, que faz poses lindas quebrando a cintura e tem essas curvas charmosas, que dão uma personalidade real à figura.

modelovivo_favoritos
Esses dois são meus favoritos, poses de 5 minutos com pastel e alergia a gatinhos.

modelo_5minutos
Mais poses de 5 minutos.

modelo_1minuto
Algumas de 1 minuto, pra aquecer.

Tô gostando bem de fazer essas sessões de modelo vivo, ruim é digitalizar todos esses desenhos. (tentativa de justificar a ausência anterior… finjam que acreditam, tudo bem?)

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Familiarmente – o retorno

Lembra desse pessoal? Então, mais desenhos existem e quando o scanner não me sabota, eu mostro.

familia2
Pai e filha correndo no campo, digno de comercial de margarina.

familia1
Sempre disse, mãe, quando engravida, automaticamente vira boa aluna e aprende tudo que há para saber no mundo. É um super poder que o universo dá pra elas, junto com a habilidade de arrumar malas.

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Bistecão Ilustrado

Desde o ano passado pintou a idéia genial entre Hiro e Montalvo, os pais adotivos do Bistecão Ilustrado: Fazer uma sessão de modelo vivo no evento, pra todo mundo desenhar junto. Lindo desde o começo, nasceu o Modelo da Meia-Noite, com instruções da querida Rosana Urbes. Mas acontece que ela foi ser mãe de Dona Guida, uma animação tradicional em aquarela (é, isso mesmo que você leu. imagina?) e precisou deixar os desenhistas indormíveis da meia-noite abandonados… ~lagriminha escorre pelo rosto, ao som de violinos~

Mas é claro que isso não ia ficar assim. Desde Janeiro o Monta juntou Juli Campeão, a modelo que quando a gente pede pra ficar confortável pra aguentar uma pose de 15 minutos vira de ponta cabeça e faz abertura total das pernas – hitória verídica, tenho testemunhas, e holofotes e reviveu a hora linda de modelo vivo no bistecão. Ainda chama Modelo da Meia-noite, mas os chegados carinhosamente apelidaram de Modelo da Uma e meia da Manhã.

Bem, chega de blablablá. Eis os desenhos compilados dos dois últimos bistecões:
Bistecão de Janeiro
pastel emprestado do Montalvo, poses finais do bistecão de Janeiro.

bistecão_jan2011
Mais poses do bistecão de Janeiro, caneta pincel preta e tonbow laranja venenoso.

bistecao_fev2011
Poses misturadas do Bistecão de Fevereiro.

E pra quem quiser aproveitar, o próximo vai ser dia 1o de Abril, como sempre, no Sujinho da Consolação.

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Doctor Sketchy

São Paulo é uma cidade enlouquecedora, é tanta coisa pra fazer que a cabeça parece estar sempre prestes a explodir em mil pedacinhos que vão – autonomos – cada um pra um canto da cidade desenhar, ouvir jazz, ver uma peça, um filme, visitar uma exposição, fazer um curso, comer em um restaurante dos bons, andar de bicicleta nos parques, comprar aquarelas, andar em montanha russa, ficar preso no trânsito, ficar louco com livrarias, trabalhar, jogar papo fora em botecos, pegar livros em bibliotecas recheadas. De verdade, não dá pra fazer tudo.

Talvez por isso que eu tenha ido no primeiro Doctor Sketchy e depois nunca mais, até o final do mês passado quando eu criei vergonha na cara e fui curtir a delícia que é desenhar essas modelos com roupas todas diferentes fazendo poses típicas.

Os desenhos foram feitos com uma mistura de nanquim com ecoline azul que eu fiz aleatoriamente num workshop com o Alarcão no Sesc Pinheiros (um dos meus lugares favoritos da cidade) e com minha caneta pincel linda.

Doctor Sketchy - desenhos rápidos
Desenhos rápidos, pra esquentar a mão. Tirando o feito todo em preto, que foi o último da noite, o único com rascunho e deve ter tomado uns 10 minutos.

Doc. Sketchy São Paulo
Close de 15 minutos no rosto da dançarina, a maquiagem e a roupa são impressionantes. É possivel ficar desenhando por horas e não conseguir todos os detalhes.

Doc. Sketchy São Paulo
Um desenho de 10 minutos.

Que venham os próximos!

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Minha sobrinha adora dinossauros

Desde que virei tia (ou fiquei pra, se você preferir o verbo mais maldoso) minha pequena sobrinha aparece nos meus desenhos. De um jeito ou de outro. Por exemplo nesse aqui:

Crianças brincando

Culpa dela eu querer montar uma criança num camaleão, mesmo antes de ter visto mesmo o trailer de Rango (Veja no cinema, vá hoje mesmo. Sério. Mesmo.)

Mas a menina com o cachorro nas costas eu vi na Paulista – essa cidade é uma delícia pra esse tipo de coisa.

A árvore é mais uma confirmação de que árvores são difíceis de desenhar e a menina ratinha com o gato uma piadinha fácil.

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Workshop com Cárcamo

Ou Até que enfim consegui ter aula com esse monstro

Quando sai do Rio a recomendação expressa do Alarcão foi: Faça o curso de aquarela com o Cárcamo (clica nos links, vale muito a pena, só não esquece de voltar pra cá, tá bom?).

Pois bem, eu sou uma aluna muitíssimo aplicada e já estava preparada pra me inscrever assim que tivesse notícias de um novo workshop com o mestre das tintas aguadas, mas… a primeira notícia que tive do professor foi que estava se mudando pra Ilhabela. Hunf. Justo quando eu vim pra São Paulo, Cárcamo resolve viver bem?

Desde então se passaram quase dois anos. Eu andei flertando com outras técnicas, peguei medinho de aquarela e andava meio esquecida de como a barriguinha de água se comportava. Mas semana passada soube que Cárcamo viria pra um workshop de seis horas em São Paulo. Me inscrevi num piscar de olhos e passei felizona o sábado guiando manchas de tinta.

exercício
Primerio assim, como quem treina solfejo em música, experimentando subir e descer o tom (essa metáfora tanto Renato quando Gonzalo usam, não sei se é coincidência, mas é pertinente). Repare no pé da segunda coluna vermelha, uma gota de água malvada manchou meu tom puro.

exercício
Depois assim, mudando de cor pra cor, como quem experimenta acordes.

aquarela
E então, esta aquarela veio pra coroar o que se fez durante a aula. Parece que eu ainda sei desenhar, vejam só. Vou parar de ter medinho de aquarela, isso não leva a lugar algum.

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Lhama depressão

lhama

É muito difícil ser uma lhama, por isso elas vivem cuspindo por ai. Eu acho…

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Familiarmente

Meu querido Felipe Duarte é um bichinho engraçado que às vezes me dá quase-aulas por skype. Disse ele certa vez que o importante em desenhos são as silhuetas e dai eu fui brincar com formatos diferentes de pessoas: Papai, mamãe, filhinha e o cachorro de estimação. Uma série de tamanhos diferentes, mas todos fofinhos… Não consigo mesmo me segurar!

Família

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